quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

A BALADA DO CÁRCERE DE READING, de Oscar Wilde

Em fevereiro de 2010 - Auditório do Mini Guaíra

OSCAR WILDE E A BALADA

Da esquerda para a direita: Suellen Alves, Luiz Godoi, Claudia Zanca

Oscar Fingal O’Flahertie Wills Wilde. Dandi, maldito e corajoso à sua época. Autor que, graças a vulgaridade intelectual e a ignorância cultural, quase sempre é lembrado como: -“Ah... é aquele homossexual?” E é exatamente por sua homossexualidade que Oscar legou a humanidade “ A Balada do Cárcere de Reading”. Escrito na prisão de Reading, quando cumpria a pena de dois anos de prisão, com trabalhos forçados, condenado que fora pelo crime de “cometer atos imorais com diversos rapazes”, em plena era da hipócrita moralidade vitoriana, na Inglaterra, nos idos de 1890. A Balada do Cárcere de Reading pode ser considerada como um dos textos mais sofridos de Oscar Wilde. Escreveu na prisão, durante o interregno entre a condenação até a morte por enforcamento, em 7 de julho de 1896, do sargento Charles Woolridge, sentenciado pelo assassinato de sua mulher. Amor, ódio, violência, angústia, sofrimento, imoralidade, cinismo, heresia, fé, prepotência, poder, loucura... se misturam em desatino e levam, sem distinção do grau de culpabilidade, à condição sub-humana, irracional e destruidora da Vida física e espiritual, num contexto atemporal.

Grupo Por Mares Nunca Dantes Navegados.
Direção: João Paulo Godinho.
Elenco: Claudia Zanca, Daniel Simonetti, João Paulo Godinho, Luis Godoi, Luis Filipe Godinho, Marcelo Correa, Ricardo Freire, Suellen Alves.

Temporada: 11 a 28/02/2010 - Quintas a sábado às 21h e domingos às 19h. Mini Guaíra.

Um comentário:

  1. Eu também quero um blogggggg!!! heheheheh Lindona, vamos arrasarrrrrr!!! beijos

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